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05 junho, 2013

Carta Aberta aos carrapatos com tosse...

P atético pedaço de ser
E nraizado em mal querer
R idículo e risível
D emente de alma
E ntranhado de mal dizer
D esprezívelmente vil
O dioso repugnante
R ecalcado...



De que adiantaria tanta retórica,
se para um surdo e ignóbil ser,
perdedor de alma impura,
e ignorante da verdade,
ele conseguir entender já seria ao menos
prova da sua ínfima existência...
Se é que existe,
já que não pensa.


E se não fui clara o suficiente nessas linhas, me faço ainda mais límpida:

Ameaçar-me de dizer a verdade sobre mim é o mesmo que me apoiar, porque a verdade é que eu sou exatamente o que eu sou e o fato de que certos seres acham que a visão da verdade é a turva imagem que fazem das pessoas só prova o quanto esses seres são atacados por sua própria mediocridade e por sua cegueira grotesca, para não dizer a sua surdez quanto a real voz da verdade.
Aviso ao senhor que se deu ao trabalho de tornar-se um "carrapato com tosse" (porque todo ser insignificante precisa fazer alguma coisa para aparecer) que o fato de se metamorfosear e tentar passar uma imagem de boa pessoa não muda a real verdade, aquela que é vista por todos que olham mas é ignorada somente pelo séquito que dela tira proveito para igualmente sentir-se vingada pela dor que sente na própria inutilidade e mediocridade.
Fatos insignificantes deveriam ser assim tratados, mas abri aqui uma lacuna para que esse senhor entenda que ameaçar publicamente uma pessoa de bem gera um crime. Caluniar para depois se esconder em outra máscara e aí sim se revelar é prova de má índole. E cada uma dessas ações provam o tipo de pessoa que se é... 
Verdade é que ser um perdedor e perder justamente pra si mesmo é de fato o fim pra certos carrapatos com tosse.

OBS.: O fato de ter sido educada uma vez, e dirigir a palavra em uma ação de simples cortesia imposta pelo socialmente necessário, não implica em abrir precedente para interação. Digo e repito... somente pisar no chão sujo não significa necessariamente ter que contaminar os pés.
Aprendemos a nos adaptar aos pequenos vermes, para manter o sistema imunológico alerta... 
Mas, mais uma vez, a inadequação e inapetência intelectual do carrapato e do séquito os levam a achar que verdade é o que passa pela mente turva, insana e recalcada deles.

26 outubro, 2012

Carta Aberta...

Como se o apagão não fosse na verdade resquícios do sucateamento do governo FHC que vendeu tudo o que tínhamos sem nenhuma segurança para que continuássemos tendo. Como se o apagão não fosse o resultado de um crescimento não acompanhado, do descaso de muitos governos em infraestrutura básica pra nação. 
Ninguém puxou a tomada... só votaram errado por anos e não fariam diferente agora, pois virou vício. Acusam um e outro, porque a memória do povo é mais que curta, é conivente. Estamos no mundo do "tanto faz", e estamos trocando seis por meia dúzia, seja lá pra lado formos. Os corruptos se alastram, porque o povo gosta de ser cúmplice. 
Tem medo? Leia, aprenda... pesquisa. Vá saber na fonte quem fez o quê ou quem não fez.  Não sabe quem escolher, ou se deve mesmo escolher alguém? Pare de ficar só ouvindo o e descubra que a Constituição está aberta a todos, para ser lida, conhecida e defendida. É a ignorância consentida que leva o povo a acreditar em qualquer "mané", poste, ou marionete que se queira vender.
Cultura de disse-me-disse, de conivência da novela, de gritos no meio da rua, de carros de som pagos e sem ideologia e de propaganda paga na televisão só vai apontar para o pão e circo que TODOS os candidatos querem. 
Tenha VOZ. Tenha OPINIÃO. Assuma o seu lado, o lado do POVO não o lado de um político. tenha MEMÓRIA. Tenha VERGONHA. tenha CARÁTER e sinta-se mal em ter que escolher entre o ruim e o pior. APRENDA que conquistas tem esse nome por serem isso mesmo e nada vai as tirar de você. 
DEMOCRACIA é quando eu tenho o direito de querer alguém que realmente presta, alguém que não vai receber "10 vezes" mais do que ganha um trabalhador que muitas vezes tem mais caráter e hombridade. Quando eu decido se vou ou não escolher. Quando eu não abro mão de um direito conquistado porque é importante escolher... ou quando eu abro mão, por ter vergonha dos que se apresentam no circo do "povo".
O apagão pior não foi o que foi causado pelos governos de "direita" e de "esquerda" juntos... é o apagão das mentes pensantes, compradas por meia dúzia de "dinheiros", pratinhos de comida e medo! 
Mostre-me um político honesto e eu lhe mostro um mundo melhor (cada vez mais utópico, impossível e sem esperança)... Mostre-me um povo consciente da verdade e eu lhe mostro um país justo... Mostre-me a sua voz, e você nunca mais vai ser conivente com a escumalha que se diz representante do "povo". 
MINHA VOZ INDIGNADA... sou povo, não sou gado! 

Cau Alexandre

30 julho, 2012

Palavras, Silêncios, Ações e Entendimentos!


Por Cau Alexandre

Deveríamos falar mais de amor, mas só quando entendêssemos as implicações de amar de verdade.

Quando houvesse sentido em amar apesar de tudo. Quando o amor fosse capaz de superar até a si mesmo e as frustrações humanas.

Deveríamos falar de respeito, mas só quando o nosso umbigo fosse menor que o mundo, e os nossos olhos vissem mais além que a ponta do nosso próprio nariz.

Deveríamos falar de alegria, mas só quando a nossa alegria fosse mais pelo ser do pelo ter. Quando ficássemos alegres pelo pouco, pelo simples, pelo delicado, pelo detalhe quase imperceptível.

Deveríamos falar de saudade quando soubéssemos o valor de conviver com outras pessoa. Quando aprendêssemos a valorizar a companhia e não a solidão. Quando estar com alguém fosse uma dádiva e não uma prisão imposta ao outro pobre e prisioneiro ser.

Deveríamos falar até em ódio, quando soubessem o alcance e o poder real da decisão de perder a alma. Quando tivéssemos certeza que ser mau por pouca coisa não nos torna maus, nos torna tolos. 

Deveríamos falar de liberdade, quando nossa alma fosse livre pra amar, respeitar, se alegrar e ser feliz simplesmente pelo fato de que se pode ser.

Deveríamos cultivar mais ações que palavras, mas nunca deveríamos abandonar as palavras que devem ser ditas, os sentimentos que valem a pena serem sentidos e as nossas verdades mais profundas.

As palavras são de vida, se a vida lhes dá vigor e seiva.